quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Visita ao Sesc de Piracicaba

Os alunos da 3ª série, da  Escola Prof. José  Pedretti  Neto,  visitaram o SESC de Piracicaba em 10 de Setembro de 2013 pelo projeto da Secretaria da Educação de São Paulo (Lugares de Aprender ). Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer na prática objetos e obras artísticas, assim como documentos históricos. 
















terça-feira, 10 de setembro de 2013

Projeto do meio ambiente sobre o uso da água

      Na última semana de Agosto, a Professora Clara  e seus alunos dos 6º anos fizeram atividades sobre meio ambiente com ações positivas e negativas que o homem pode causar na natureza e estimular hábitos de conservação e proteção da água. A Professora com seus alunos desenvolveram maquetes em sala de aula utilizando materiais recicláveis, como caixas, garrafas etc. 




















sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O laboratório da escola

      Neste semestre, o conselho de escola, APM e a comunidade escolar decidiram por mais investimentos para recuperar o espaço destinado ao laboratório de Ciência e Biologia da escola , desse modo, destinamos parte da verba Dinheiro Direto  na Escola do Governo Federal para a confecção de armários destinados a guardar e conservar os equipamentos. 




quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Visita dos alunos do 8º ano ao SESC Piracicaba

Em 16 de agosto os alunos dos 8º anos visitaram o sesc Piracicaba no Projeto Lugares de Aprender da Secretaria da Educação de São Paulo.






segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Planejamento Participativo segundo o pensamento habermasiano

Elza Maria  Fonseca  Falkembach  in  Ilma P. Alencastro Veiga (org.) Projeto Político Pedagógico da Escola

1)    Manter o fazer  educativo  respaldado por uma atitude  reflexiva permanente;
2)    Põe nas mãos da educação  a possibilidade de viver utopias no curto prazo;
3)    Criar e recriar instrumentos que viabilizem a convergência  entre o refletir e o agir conscientes;
4)    Fazer do espaço educativo um lugar privilegiado de aprendizagem;
5)    Lugar que possibilite aos sujeitos da educação  uma nova relação com o conhecimento;
6)    Relação em que a busca de aprender se transforma numa atitude prático-reflexiva que leva , portanto a construir  conhecimento;
7)    Ser capaz de facilitar a convergência entre o refletir e o agir , no espaço escolar;
8)    Implementar intervenções coletivas sobre o social refletidas e conscientes;
9)    Imprimir conseqüências sobre outros ambientes e âmbitos do social, além das mudanças que venha a implementar sobre seu objeto singular de atuação;
10)  Fazer intervenções democraticamente planejadas , com sustentação teórica para serem suficientemente incisivas e com clareza política que permita o avançar e o retroceder quando necessário;
11)  Reflexões que permitam os participantes  a dar saltos reflexivos de superação no processo do conhecimento e no âmbito da realidade em que vivem;;
12)  Provocar reflexões em torno dos elementos e das relações que compõem o núcleo revelador da totalidade do social;
13)  Contribuir para que os integrantes do processo participativo superem relações moralistas e ideologizadas com a problemática de sua comunidade;
14) Avançar no sentido da maturação dos indivíduos  e de seus processos organizativos bem como no sentido de recuperar e construir identidades;
15) Ser capaz de facilitar a convergência entre o refletir e o agir de indivíduos  e grupos sobre um objeto, somos levados a identificar seus integrantes  como sujeitos em construção;
16)  Ter a pretensão de que planejamento participativo seja uma ação formadora de sujeitos imbuídos do propósito de democratização;
17)  Deve mobilizar sujeitos vinculados a processos de socialização  em desenvolvimento  no micro avanço da comunidade escolar; no bairro, na escola; na família, especialmente;
18)   A ação prático-reflexiva deve engendrar e desenvolver  grande capacidade de sensibilização de suas consciências e potencializar a coesão dos grupos;
19)  Deve provocar a comunicação , como diálogo de diversos , entre integrantes do processo;
20)  O Planejamento Participativo deve se guiar pelo foco da reflexão, levantando informações sobre a rede de processos, relações e representações que constituem esse objeto;
21)  Deve levar as últimas conseqüências a oportunidade de vivência da democracia, ou seja, produzir conhecimento coletivamente e criar opções para decisões coletivas;
22)  O diálogo de diversos deve ser pautado pela utopia de “engordar” os homens de humanidade, sem removê-los do seu “aqui e agora”, singular;
23)   O homem novo que deve emergir dessa prática reflexiva é aquele que aprende  com sua relação com o social e acumula coragem, com seus pares para enfrentar  o sentido das águas  da enxurrada de seu tempo;
24)  O reconhecimento dos problemas e recursos deve se fazer com base  em representações que os diversos sujeitos e seus diagnósticos   aglutinados constroem  sobre os mesmos;
25)   As representações dos diversos, acreditamos ser o caminho precioso para chegarmos à expressão dos valores e traços fundamentais da cultura, da comunidade, elementos  indispensáveis  para dar a base e legitimidade ao plano  resultante do processo de planejamento participativo;
26)   Os elementos dos processos sociais dominantes ; processos, estes,  que ligam  o cotidiano  às suas raízes  históricas e, ao mesmo  tempo, apontam para o futuro;
27)  Fazer do planejamento participativo um instrumento estratégico, de transformação do social;

28)  Os educadores, os educandos , pais e mães formam  a síntese do poder para criar  do ser solidário os agentes da democracia e da possibilidade da liberdade. . 

Dezessete argumentos para a construção do Projeto Político Pedagógico

O Projeto Político Pedagógico   e  a  gestão escolar
Antônia Carvalho  Bussmann  In  Ilma P. Alencastro Veiga (org.) Projeto Político Pedagógico da Escola



1-    Um documento fundamental para implantar  ação reflexão ;
2-    Delinear de forma coletiva  a competência principal esperada do educador e de sua experiência na escola;
3-    Oferece garantia visível e sempre aperfeiçoável da qualidade  esperada no processo  educativo;
4-    Indica e reforça  a função precípua da direção da escola e da  equipe diretiva ou coordenadora;
5-    Entender e considerar o projeto como processo  sempre em construção;
6-    Deve renovar-se constantemente, caso contrário estará negando a si próprio;
7-    Indicar e reforçar a função precípua da equipe diretiva ou coordenadora no sentido de administrar e liderar sua consecução, em sintonia com o grupo;
8-    A organização deve ser determinada pelo compromisso, pela missão ou pelo objetivo que justifica sua existência ou a que se propõe, pelo público alvo e ambiente que se insere;
9-    O público  e o ambiente apresentam as características  socioeconômicas e culturais  que por serem diferenciadas  condicionam as condições de acesso à escola;
10-  Considerar a capacidade de cada pessoa para a construção do conhecimento, na condição de agente, de sujeito que pensa, age, faz e reflete;
11-  O processo educativo e sua complexidade tornam imperioso  que se busque um nível de interdisciplinaridade e de complementaridade epistemológica para dar conta da consecução  dos fins educacionais.
12-  Há que se considerar a influência e a relação da escola com seu contexto social  e político e considerar, especialmente, a subjetividade na construção  do conhecimento, os valores e hierarquia desses valores que presidem  o estabelecimento  de metas e prioridades;
13-   Considerar que todos os componentes organizacionais  procedem do ambiente e o resultado  do que se produz na organização  retorna ao meio;
14- Entendida a construção do conhecimento numa concepção dialética, construto histórico dinâmico e contínuo, nele o indivíduo aprende  por interações coletivas;
15- Desenvolver prática pedagógica que a criança  e o jovem se relacionam entre si, com professores , idéias, valores, ciência, arte e cultura, livros e equipamentos, problemas e desafios, concretizando a missão da escola  de criar as oportunidades para que eles se desenvolvam, construam e recontruam o saber;
16- O conhecimento da realidade escolar deve ser baseado em diagnóstico sempre atualizado e acompanhado;
17-  A análise e a avaliação diagnóstica devem criar soluções as situações-problema da escola,, dos grupos, e dos indivíduos..



quarta-feira, 31 de julho de 2013

Replanejamento 2013


Replanejamento 2013

Tema: gestão da sala de aula

1º DIA 30/7

•Vídeo de sensibilização: o poder das palavras;



Veja esse também
http://www.youtube.com/watch?v=SF2H3SZq6Qc

* Expectativas para o 2º semestre 2013 (Discussão com o grupo)
*  Vídeo sobre a Gestão da sala de aula;
• Retrato da escola em 2013: evasão, retenção, rendimento,
Café
•PAP – Ações que foram realizadas em 2013;
•PAP – Ações não realizadas e motivos; 



•PAP – Novos Encaminhamentos para: (divisão em grupos)
Baixo Rendimento dos alunos (Plano de ação)
Evasão Escolar (Plano de ação) 






PAUTA DE REPLANEJAMENTO 
 2º Dia – 31/07/2013
•Abertura: Vídeo – Os 10 Pensamentos para motivar
http://www.youtube.com/watch?v=MguaoCeQkoU 
•Apresentação do calendário
•Melhoria de Rendimento: análise de gráficos de desempenho e enquete da necessidades da UE
•Em grupos: sugestões de melhoria (ações possíveis)
•PNLD
•Café
•Apresentação do Vídeo – Paródia “Maluco Beleza”
•Devolutiva do reforço nas férias
•Avaliações externas
•Apresentação do Plano Gestão e Proposta Pedagógica
•Boas práticas do 1º semestre
•Entrega dos diários e comentários

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Ações da Escola Pedretti a serem desenvolvidas em 2013

As principais ações  da Escola Pedretti Neto em 2013 foram discutidas e formuladas no início do ano letivo  com a participação de todos os segmentos de sua comunidade escolar.




Veja abaixo algumas ações já efetuadas pela escola no 1º semestre de 2013 com aulas planejadas para que todos os alunos tenham condições de participar de forma efetiva da construção de novos saberes. São exemplos de aulas observadas pela equipe gestora da unidade escolar, cujo objetivo será a multiplicação destas metodologias para outros docentes e outras turmas.







terça-feira, 16 de julho de 2013

Aulas de reforço escolar no recesso de Julho

Em 16 de Julho de 2013, os alunos do 6º  e  9º Ano e 3º série do Ensino Médio iniciaram aulas de Reforço Escolar no recesso de Julho.